<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Curiosidades da quimica - CRQXVI</title>
	<atom:link href="https://crq16.org.br/tag/curiosidades-da-quimica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://crq16.org.br/tag/curiosidades-da-quimica/</link>
	<description>Conselho Regional de Química 16 Região</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jan 2020 20:28:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2023/08/CRQ-Logo-150x150.png</url>
	<title>Arquivo de Curiosidades da quimica - CRQXVI</title>
	<link>https://crq16.org.br/tag/curiosidades-da-quimica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Constituição das embalagens cartonadas longa vida</title>
		<link>https://crq16.org.br/curiosidade/3996-2/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/curiosidade/3996-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 20:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem cartonada]]></category>
		<category><![CDATA[Longa vida]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3996</guid>

					<description><![CDATA[<p>As embalagens cartonadas são formadas por multicamadas com três constituintes principais: papel-cartão, folha de alumínio e plástico (polietileno). As embalagens cartonadas estão presentes na vida da maioria de nós, principalmente quando consumimos leite, iogurte, sucos, achocolatado, creme de leite e leite condensado. Elas são bastante utilizadas, pois apresentam grandes vantagens, tais como: * Seu transporte é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/3996-2/">Constituição das embalagens cartonadas longa vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As embalagens cartonadas são formadas por multicamadas com três constituintes principais: papel-cartão, folha de alumínio e plástico (polietileno).</p>
<p style="text-align: justify;">As embalagens cartonadas estão presentes na vida da maioria de nós, principalmente quando consumimos leite, iogurte, sucos, achocolatado, creme de leite e leite condensado. Elas são bastante utilizadas, pois apresentam grandes <strong>vantagens</strong>, tais como:</p>
<p style="text-align: justify;">* Seu transporte é fácil e resulta em economia de combustível, pois são bastante leves, o volume que ocupam é pequeno e podem ser transportadas até as indústrias vazias, compactadas e na forma de bobinas;</p>
<p style="text-align: justify;">* Facilidade de armazenamento;</p>
<p style="text-align: justify;">* Evitam o contato dos alimentos com micro-organismos;</p>
<p style="text-align: justify;">* Evitam o contato com o oxigênio do ar que poderia causar a oxidação do alimento e comprometer a sua qualidade;</p>
<p style="text-align: justify;">* Impedem a entrada de luz que causaria a destruição de vitaminas importantes do alimento;</p>
<p style="text-align: justify;">* Mantêm o aroma do alimento e impedem a entrada de odores externos;</p>
<p style="text-align: justify;">* A combinação da estrutura do material da embalagem, que é hermeticamente fechada, com outras técnicas de conservação do alimento, como a ultrapasteurização, e o fato de se retirar o ar no momento do fechamento da embalagem fazem com que o alimento fique livre de bactérias, o que resulta em um maior tempo de validade do produto sem a necessidade de ser refrigerado, desde que a embalagem não seja aberta.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de embalagem foi descoberto em 1951 pelo empresário sueco Ruben Rausing. A embalagem foi lançada em novembro de 1952 e tinha um formato tetraédrico como mostra o exemplo da figura a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3997" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/1.jpg" alt="" width="221" height="202" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/1.jpg 380w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/1-300x275.jpg 300w" sizes="(max-width: 221px) 100vw, 221px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, esse tipo de embalagem passou a ter o formato mais comum de um paralelepípedo, que é mais fácil na questão da armazenagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A embalagem cartonada usada atualmente é composta basicamente de três materiais: papel (75%), alumínio (4%) e plástico (21%). </strong>Esses três componentes são colocados em multicamadas, geralmente sendo seis camadas na ordem mostrada na figura logo abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-3998" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/2-1.jpg" alt="" width="324" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;">Cada camada possui um papel específico. Veja:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* Papel-cartão:</strong> é o componente principal, produzido a partir da madeira que, segundo o produtor, advém de florestas replantadas e certificadas. O papel usado é duplex, ou seja, tem duas camadas unidas sem cola, o que garante a resistência e estabilidade da embalagem. Uma dessas camadas de papel é branca, o que facilita a impressão do rótulo que pode ser bastante diferenciado e atrair vários tipos de público. A tinta utilizada é à base de água;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* Alumínio:</strong> Na forma de lâminas bem finas, o seu papel principal é impedir a entrada de luz, oxigênio, micro-organismos, bactérias e odores do exterior para o interior da embalagem. Ele também contribui para a indução da selagem interna e para a rigidez do material. Cada embalagem cartonada longa vida possui somente uma camada de folha de alumínio;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* Plástico:</strong> O plástico utilizado nesse tipo de embalagem é o <strong>polietileno de baixa densidade (PEBD ou LDPE).</strong> A densidade desse polímero fica entre 0,92 g/cm<sup>3</sup> e 0,94 g/cm<sup>3</sup>. Esse polímero é formado pela adição sucessiva de vários monômeros de etileno. É bastante resistente e apresenta baixo custo. É bem <strong>macio e flexível</strong> porque as suas cadeias carbônicas possuem ramificações e, dessa forma, as interações intermoleculares são dificultadas. A última camada de polietileno, que fica no interior da embalagem, geralmente é o <strong>polietileno de alta densidade (PEAD ou HDPE).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre esse plástico e sua utilização, leia o texto <a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/polietileno.htm"><strong>Polietileno</strong></a>. Apesar de ser o constituinte em menor porcentagem em massa, ele é o que mais possui camadas nas embalagens cartonadas, pois ele serve para impedir o contato do alimento com o alumínio, impede o contato da umidade do ar ou de água e outros líquidos com o papel que possui o rótulo (o polietileno é apolar, o que significa que ele e a água não se misturam, pois ela é polar) e ainda fica entre o papel e o alumínio, garantindo a adesão entre essas camadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-3999" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/3-1.jpg" alt="" width="184" height="275" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/3-1.jpg 254w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/3-1-201x300.jpg 201w" sizes="(max-width: 184px) 100vw, 184px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o fato de possuir muitas camadas causa dificuldades na hora da reciclagem desses materiais. Assim, a grande quantidade utilizada desse tipo de embalagem e o seu descarte no meio ambiente podem gerar grande impacto ambiental, visto que são materiais difíceis de serem degradados. Sem contar os outros passos do processo de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a reciclagem é sim possível. <strong>Como isso é feito? E qual é o tempo de vida útil das embalagens cartonadas? </strong>As respostas para essas perguntas são respondidas no texto “<a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/reciclagem-embalagens-cartonadas-longa-vida.htm"><strong>Reciclagem de embalagens cartonadas</strong></a>”</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4000" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/4-1.jpg" alt="" width="320" height="193" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/4-1.jpg 320w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/4-1-300x181.jpg 300w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" />Exemplos de embalagens cartonadas longa vida usadas no cotidiano</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FONTE: Mundo Educação</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicado por:</strong> Jennifer Rocha Vargas Fogaça</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/3996-2/">Constituição das embalagens cartonadas longa vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/curiosidade/3996-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os utensílios domésticos e a química</title>
		<link>https://crq16.org.br/noticias/os-utensilios-domesticos-e-a-quimica/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/noticias/os-utensilios-domesticos-e-a-quimica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 17:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3980</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na cozinha, como em outras partes de nossa casa, ocorrem inúmeras reações químicas, das quais nem sequer nos damos conta. Aproveitando o gancho de uma discussão que tive em sala, apresento mais um capítulo do formidável ‘mundo da química’, utilizando como eixo propulsor os utensílio de cozinha. Pedra sabão   Pode liberar cálcio, ferro magnésio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/os-utensilios-domesticos-e-a-quimica/">Os utensílios domésticos e a química</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na cozinha, como em outras partes de nossa casa, ocorrem inúmeras reações químicas, das quais nem sequer nos damos conta. Aproveitando o gancho de uma discussão que tive em sala, apresento mais um capítulo do formidável ‘mundo da química’, utilizando como eixo propulsor os utensílio de cozinha.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Pedra sabão</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3991" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/1.png" alt="" width="249" height="140" /> </strong><br />
Pode liberar cálcio, ferro magnésio e manganês, minerais importantes para o organismo.<br />
Pode liberar níquel, metal tóxico, se não for curada (para isso, unte a panela por dentro e por fora com óleo vegetal refinado, encha com água em temperatura ambiente e leve ao forno, a 200 <sup>o</sup>C, por duas horas; retire do forno quando esfriar totalmente; repita o procedimento antes do primeiro uso).<br />
Redobre a atenção na hora de limpá-la: com o tempo o material pode ficar poroso e restes restos de alimento, favorecendo a proliferação de microrganismos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ferro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3990" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/2.jpg" alt="" width="236" height="177" /></p>
<p style="text-align: justify;">Libera ferro, que ajuda a prevenir a anemia, tornando-a especialmente indicada para grupos com necessidade do mineral, como atletas, crianças, gestantes e vegetarianos. Também pode liberar manganês.<br />
Evite guardar alimentos nela por muito tempo, já que a liberação excessiva desses metais pode comprometer o sabor da comida e causar desconforto intestinal. Não use para cozinhar vegetais como cenoura e chuchu, que podem ficar muito escuros.<br />
Para higienizá-las e prevenir a ferrugem, lave, seque com pano ou papel absorvente, finalize na chama do fogão e, depois de fria, unte com óleo vegetal.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Aço inoxidável</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3989" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/3.jpg" alt="" width="300" height="184" /></p>
<p>Material composto por ferro, cromo e níquel, além de outros metais em quantidades menores.</p>
<p>Libera pequenas quantidades desses minerais nos três primeiros usos. Depois a migração passa a ser insignificante.<br />
Para evitar a ingestão do níquel ferva água nos três primeiros usos. Depois disso ela esta pronta para o uso.<br />
Para evitar que a panela escureça, não use cloro nem água com sal na limpeza, apenas água e detergente neutro.</p>
<h2><strong>Antiaderente</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3988" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/4.jpg" alt="" width="300" height="195" /></p>
<p>Evita que o metal de sua estrutura, geralmente alumínio, migre para o alimento.<br />
Há hipótese de que o material quando exposto ao calor e em contato com proteínas forme compostos indesejáveis. Por isso é recomendável evitar preparar neles alimentos com alto teor proteico (ovo e carne). Para não riscar o ou remover o antiaderente, evite polir com esponja, use apenas espátulas plásticas ou de madeira e não deixe a panela vazia na chama do fogão por muito tempo em altas temperaturas.</p>
<h2><strong>Vidro</strong></h2>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3987" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/5.jpg" alt="" width="230" height="141" /></strong></p>
<p>Não libera metais. Esse material é recomendado para guardar alimentos por longo período.<br />
Tome cuidado para não queimar a comida, já que esse tipo de panela aquece de forma rápida e não aquece por igual (o lado esquenta primeiro).<br />
Utilize para frituras e evite usar em preparações com baixo teor de água,que tendem a ressecar.</p>
<h2><strong>Alumínio</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3986" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/6.jpg" alt="" width="205" height="205" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/6.jpg 300w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/6-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 205px) 100vw, 205px" />Assim como o vidro , é um bom material para preparar frituras<br />
Libera alumínio, cuja influencia na saúde humana ainda é controversa. Alguns procedimentos podem diminuir a migração.<br />
Antes do primeiro uso ferva água algumas vezes até aparecer uma marca escura no interior do utensílio. Não tente remover a mancha com esponja ou vinagre.<br />
Evite ferver água, cozinhar ou armazenar alimentos ácidos e aquosos, como iogurte ou molho de tomate.<br />
Evite polir a parte interna com esponja ou limpá-las com substancias como vinagre ou limão.</p>
<h2><strong>Esmaltada</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3985" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/7.jpg" alt="" width="215" height="215" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/7.jpg 300w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/7-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 215px) 100vw, 215px" />O esmalte evita a migração dos metais que constituem a panela. Por isso é um bom material para guardar alimentos.<br />
Não use utensílios fabricados antes de 1985, pois, pela inexistência de legislação à época, a tinta pode conter metais tóxicos.<br />
Para não riscar o ou remover o esmalte, evite polir com esponja, use apenas espátulas plásticas ou de madeira.</p>
<h2><strong>Cerâmica</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3984" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/8.jpg" alt="" width="205" height="205" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/8.jpg 300w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/8-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 205px) 100vw, 205px" /></p>
<p>Não use cerâmicas antigas, artesanais ou decorativas para preparar alimentos. As tintas e os vidrados (produtos que Server para vitrificar o material) usados até a década de 80 podem conter chumbo e cádmio, que são metais tóxicos.<br />
Quando novo, é um bom recipiente para guardar alimentos.</p>
<h2><strong>Barro</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3983" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/9.jpg" alt="" width="219" height="164" /></p>
<p>Antes de usar, cure o utensílio para que ele fique mais impermeabilizado: adicione de duas a três colheres (sopa) de óleo refinado, leve ao forno e desligue quando a fumaça começar a escurecer.<br />
Evite usar preparação com baixo conteúdo de água, pois elas tendem a ressecar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Cobre</strong></h2>
<p>Evite-as. A migração <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3982 alignleft" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/10.jpg" alt="" width="190" height="190" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/10.jpg 300w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2020/01/10-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 190px) 100vw, 190px" />de cobre para alimento pode fazer muito mal a saúde, caso consumido em excesso. É recomendada a que são revestidas internamente com titânio, antiaderente ou aço inoxidável por não apresentares problemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Plástico</strong></h2>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3981" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2020/01/11.jpg" alt="" width="203" height="171" /></strong>Libera algumas substâncias, cuja influência na saúde humana ainda é controversa. Evite armazenar alimentos por longos períodos nestes recipientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5></h5>
<h6><strong>Textos retirados de:</strong><br />
<strong>“Toxicologia dos metais pesados” disponível em: &lt;<a href="http://www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br/toxicologia_dos_metais_pesados.htm">http://www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br/toxicologia_dos_metais_pesados.htm</a>&gt; Capturado em 10 de junho de 2007.</strong><br />
<strong>MARCHESE, M. “Influências do meio ambiente na saúde da mulher – Como evitar substâncias que causam ruptura endócrina” disponível em: &lt;<a href="http://www.taps.org.br/Paginas/meiopoquim05.html">http://www.taps.org.br/Paginas/meiopoquim05.html</a>&gt; Capturado em 10 de junho de 2007.</strong><br />
<strong>WOLKE, R.L ; “O que Einstein disse a seu cozinheiro 2: mais ciência na cozinha”; tradução, Maria Inês duque estrada – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005</strong><br />
<strong>WOLKE, R.L ; “O que Einstein disse a seu cozinheiro 1: a ciência na cozinha: (inclui receitas)”; tradução Helena Londres – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., </strong></h6>
<h6><strong> FONTE: Mérito: <a href="https://hebertsato.wordpress.com/2007/06/10/a-quimica-nos-utensilios-de-cozinha-2/#comment-657">Hebert Sato</a></strong></h6>
<h6><strong><a href="http://clubedaquimica.com/">Portal do Clube da Química </a>Sua revista de Química</strong></h6>
<h6></h6>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/os-utensilios-domesticos-e-a-quimica/">Os utensílios domésticos e a química</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/noticias/os-utensilios-domesticos-e-a-quimica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você conhece a Química por trás dos fogos de artifício?</title>
		<link>https://crq16.org.br/curiosidade/3973-2/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/curiosidade/3973-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 17:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[CFQ]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3973</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba também como é o trabalho dos profissionais da área para garantir a segurança no processo de produção dos artefatos O espetáculo da queima de fogos no Réveillon e em uma série de outras comemorações encanta pela explosão de cores e formas. Como na maior parte das situações cotidianas, também tem Química neste processo. A [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/3973-2/">Você conhece a Química por trás dos fogos de artifício?</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba também como é o trabalho dos profissionais da área para garantir a segurança no processo de produção dos artefatos</em></p>
<p>O espetáculo da queima de fogos no Réveillon e em uma série de outras comemorações encanta pela explosão de cores e formas. Como na maior parte das situações cotidianas, também tem Química neste processo.</p>
<p>A explicação científica é simples: alguns materiais podem emitir luz quando excitados e isso ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam para níveis externos (maior energia). Ao retornar para os níveis de origem (menor energia), eles liberam a energia absorvida na forma de um fóton de luz. Esse fenômeno chama-se luminescência.</p>
<p>Quem explica é o presidente do Conselho Federal de Química, José de Ribamar Oliveira Filho. Segundo ele, a luminescência é usada, entre outras aplicações, na produção dos fogos de artifício. Os foguetes, geralmente, contêm um cartucho de papel no formato de cilindro recheado de carga explosiva. Essa carga diz respeito ao propelente, o responsável por disparar os fogos. “A pólvora é um dos propelentes mais utilizados. Possui, em sua composição, uma mistura de salitre (nitrato de potássio), enxofre e carvão. Perclorato de potássio (KCLO4) também pode ser usado como propelente. Ele é extremamente sensível ao calor”, detalha.</p>
<p>Segundo ele, os fabricantes misturam sais de diferentes elementos à pólvora para deixar os fogos de artifício coloridos. Assim,quando detonados, os fogos produzem cores diferentes. “Se colocar o cloreto de cálcio, teremos a cor laranja. O verde surge a partir do cloreto de bário. E, assim, se trabalha a composição das cores no artefato”, explica.</p>
<p><strong>Atuação do químico</strong><br />
Por motivos de segurança, o processo de fabricação dos fogos precisa ter um químico como responsável técnico. É o que determina uma norma de segurança e saúde na indústria e no comércio de fogos de artifício e outros artefatos pirotécnicos.</p>
<p>O texto especifica que o profissional da área de Química deve ser responsável pela coordenação das operações de produção, inclusive pelo desenvolvimento de novos produtos, estocagem, embalagem, rotulagem e transporte de produtos, além de projetos de equipamentos e instalações e controle de qualidade.</p>
<p>O presidente do CFQ explica que o papel do Químico está na parte de manuseio e na segurança. “Quando se trata de substâncias explosivas, corrosivas, combustíveis e tóxicas, a gente tem que conhecer as propriedades para manipulá-las. Sem a devida segurança, pode até haver risco de morte”.</p>
<p>Ele ressalta ainda que os cuidados devem começar na aquisição dos fogos, que deve ser feita em comércio certificado pelo Corpo de Bombeiros. O usuário deste tipo de artefato também precisa seguir as instruções de segurança contidas nos rótulos. Além disso, é sempre válido lembrar que o mercado já disponibiliza fogos com menor potencial de ruído, ou seja, artefatos que incomodam menos as pessoas sensíveis ao barulho e os animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE: CFQ 30-12-2019</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/3973-2/">Você conhece a Química por trás dos fogos de artifício?</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/curiosidade/3973-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova tecnologia de baixo custo é eficaz na limpeza de hormônios e moléculas de difícil remoção da água</title>
		<link>https://crq16.org.br/noticias/nova-tecnologia-de-baixo-custo-e-eficaz-na-limpeza-de-hormonios-e-moleculas-de-dificil-remocao-da-agua/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/noticias/nova-tecnologia-de-baixo-custo-e-eficaz-na-limpeza-de-hormonios-e-moleculas-de-dificil-remocao-da-agua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 20:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3966</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um sistema natural de tratamento de água, constructed wetlands, que utiliza plantas aquáticas (macrófitas) para remover poluentes, mostrou-se eficaz na eliminação de moléculas de difícil remoção. Conhecidas como interferentes endócrinos, por causa do potencial de causar alterações no sistema hormonal humano e de animais, essas substâncias são um grande problema para as empresas de tratamento de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/nova-tecnologia-de-baixo-custo-e-eficaz-na-limpeza-de-hormonios-e-moleculas-de-dificil-remocao-da-agua/">Nova tecnologia de baixo custo é eficaz na limpeza de hormônios e moléculas de difícil remoção da água</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um sistema natural de tratamento de água, <em>constructed wetland</em>s, que utiliza plantas aquáticas (macrófitas) para remover poluentes, mostrou-se eficaz na eliminação de moléculas de difícil remoção. Conhecidas como interferentes endócrinos, por causa do potencial de causar alterações no sistema hormonal humano e de animais, essas substâncias são um grande problema para as empresas de tratamento de água das grandes cidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Embrapa obteve sucesso ao empregar <em>wetlands</em> em escala laboratorial para remover três desses interferentes: os hormônios etinilestradiol (EE2) e levonorgestrel (LNG), e o composto químico bisfenol A (BPA). Todos considerados contaminantes emergentes e grande preocupação nas estações de tratamento de água.</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho foi desenvolvido no âmbito do doutorado da tecnóloga em saneamento ambiental Julyenne Campos, orientada pelo professor da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp Denis Roston e pela pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente Sonia Queiroz. A maior eficiência de remoção dos interferentes foi obtida em um sistema no qual Campos combinou minipapiro com carvão de bambu. “A tecnologia desenvolvida apresentou resultados muito promissores e tem grande potencial de aplicação, inclusive em comunidades rurais isoladas”, revela Queiroz.</p>
<p style="text-align: justify;">A inovação reteve boa parte dos contaminantes, especialmente o BPA e o EE2. As remoções médias variaram de 9% a 95% para etinilestradiol, de 29% a 91% para bisfenol A e de 39% a 100% para levonorgestrel. Os pesquisadores acreditam que o sistema pode ser eficiente também para a remoção de outros interferentes endócrinos com características semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">“A utilização de carvão em <em>wetlands</em> é algo novo, e de acordo com os resultados obtidos no trabalho, se mostrou eficiente na remoção dos interferentes endócrinos”, afirma Campos, ressaltando que o tratamento é promissor também para a remoção de poluentes comuns presentes no esgoto. No entanto, ela revela que as <em>wetlands </em>não são muito empregadas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">“A água é essencial para os seres humanos, entretanto, devido aos usos diversos tem ocorrido a sua contaminação por substâncias tóxicas. Por isso, há necessidade de desenvolver tecnologias que sejam eficientes e de baixo custo para remoção desses contaminantes”, relata Roston justificando a motivação desse projeto de doutorado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como funciona?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Campos explica que as <em>constructed wetlands </em>são sistemas de tratamento de esgoto que transformam os poluentes por meio dos micro-organismos existentes em um biofilme que fica preso no meio suporte (geralmente brita, areia ou cascalho). As macrófitas são responsáveis por realizar um processo conhecido como de fitorremediação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Esses sistemas possuem várias vantagens, como baixo custo de implantação e manutenção, por serem eficientes na remoção de diversos tipos de contaminantes e necessitarem de pouca energia elétrica, são adequados para implantação em comunidades rurais e isoladas”, enfatiza a tecnóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">O tipo de carvão normalmente utilizado para tratamento de água é o ativado, mas o de bambu empregado nessa pesquisa foi carvão comum. “Na minha pesquisa de doutorado fizemos testes físico-químicos, microbiológicos, e até estudei esse carvão durante a realização de um intercâmbio acadêmico na Espanha, em um laboratório especializado em ensaios com carvão, mas, infelizmente, não conseguimos elucidar os mecanismos de ação desse carvão de bambu não ativado”, informa.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ela ainda não saber como o sistema funciona, uma de suas hipóteses é de que houve maior aderência do biofilme à superfície do bambu em relação à superfície da brita, proporcionando maior quantidade de micro-organismos e, consequentemente, maior índice de degradação. “No entanto, ainda não estão claros quais processos estão envolvidos na remoção, e são necessários mais estudos para se entender melhor a complexidade dos processos que ocorrem dentro do ambiente das <em>wetlands </em>construídas”, relata.</p>
<p><strong><em>Com informações de Embrapa.</em></strong></p>
<p><strong>FONTE:</strong> https://revistaanalytica.com.br/</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/nova-tecnologia-de-baixo-custo-e-eficaz-na-limpeza-de-hormonios-e-moleculas-de-dificil-remocao-da-agua/">Nova tecnologia de baixo custo é eficaz na limpeza de hormônios e moléculas de difícil remoção da água</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/noticias/nova-tecnologia-de-baixo-custo-e-eficaz-na-limpeza-de-hormonios-e-moleculas-de-dificil-remocao-da-agua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Composição química do chocolate</title>
		<link>https://crq16.org.br/curiosidade/composicao-quimica-do-chocolate/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/curiosidade/composicao-quimica-do-chocolate/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 20:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3874</guid>

					<description><![CDATA[<p>O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas que nos afetam e que nos dão a sensação de bem-estar, de concentração e energia, mas outras podem nos prejudicar. O chocolate é um alimento amado pela maioria das pessoas, sendo que para muitos, principalmente as mulheres, ele é considerado irresistível. Outros, porém, precisam evitá-lo, alguns dizem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/composicao-quimica-do-chocolate/">Composição química do chocolate</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas que nos afetam e que nos dão a sensação de bem-estar, de concentração e energia, mas outras podem nos prejudicar.</p>
<p style="text-align: justify;">O chocolate é um alimento amado pela maioria das pessoas, sendo que para muitos, principalmente as mulheres, ele é considerado irresistível. Outros, porém, precisam evitá-lo, alguns dizem que ele vicia e que faz engordar. Para ver se essas alegações são realmente verdadeiras e quais são os benefícios e malefícios de se comer chocolate, é importante sabermos quais são os principais componentes desse produto.</p>
<p style="text-align: justify;">O chocolate consiste de <strong>8% de proteínas</strong>, <strong>60% de carboidratos</strong> e de <strong>30% de gorduras</strong>. Como se pode ver, a quantidade de gorduras se encontra num limite superior ao que é desejável para um alimento. Isso pode ser traduzido em altas calorias, por exemplo, uma barra de chocolate de 100 g fornece 520 calorias. Os menos calóricos são o amargo e o meio amargo, seguidos pelo ao leite e, por último, o chocolate branco. Para não engordar, o recomendado é ingerir apenas 25 a 30 g ao dia, no máximo três vezes por semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa gordura ou manteiga de cacau é essencialmente saturada e não conduz a um aumento dos níveis de colesterol.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o chocolate também fornece <strong>minerais (potássio, cloro, fósforo, cálcio, sódio, magnésio, ferro, cobre e zinco)</strong>e <strong>vitaminas (A, B1, B2, B3 e E, só não contém as vitaminas C e D).</strong> É por isso que ele é usado como porção alimentar de soldados e exploradores em situações de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem mais de 300 substâncias químicas no chocolate, porém, há três substâncias especiais que queremos chamar a atenção. Elas não são nutritivas, mas nos afetam e estão intimamente relacionadas com as indagações feitas anteriormente, como a dúvida se o chocolate realmente vicia.</p>
<p style="text-align: justify;">As três substâncias são: <strong>feniletilamina</strong>, <strong>ácido oxálico</strong> e <strong>cafeína</strong>.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Feniletilamina (PEA, do inglês Phenylethylamine):</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3875" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2019/10/feniletilamina.jpg" alt="" width="270" height="117" /></p>
<p style="text-align: justify;"> Essa é a substância responsável por provocar a sensação de bem-estar em nosso cérebro, pois ela pode acionar a liberação de dopamina, substância química do cérebro que causa a sensação de felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que o chocolate pode causar enxaqueca em algumas pessoas e isso se deve a essa substância, porque ela constringe as paredes dos vasos sanguíneos do cérebro. O corpo humano possui uma enzima (monoamina oxidase) que elimina a PEA, quando o corpo da pessoa não consegue produzir uma quantidade suficiente dessa enzima para evitar o aumento de PEA no organismo, há a enxaqueca.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Ácido oxálico:</strong></li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3876" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2019/10/acido-oxalico.jpg" alt="" width="221" height="165" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em cada 100 g de cacau há 500 mg dessa substância. Ela está presente em muitos outros alimentos como o ruibarbo. Se ingerido em doses acima de 1500 mg, ele pode até matar. O ácido oxálico reage com os metais essenciais como o ferro, o magnésio e o cálcio, presentes no alimento e impede que eles nutram o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">O ácido oxálico mata pela diminuição abaixo do nível tolerado de cálcio em nosso organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em doses não letais, o ácido oxálico é perigoso porque ele forma oxalato de cálcio, que é insolúvel, que pode crescer na forma de pedras dolorosas na bexiga e nos rins.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Cafeína:</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-3877" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2019/10/cafeina.jpg" alt="" width="229" height="183" /></p>
<p style="text-align: justify;">O chocolate contém um pouco de cafeína que dá a sensação de recuperarmos nossas energias e também possui efeitos medicinais. Para ver a química dessa substância e seus efeitos em nosso organismo, leia o texto “<a href="https://brasilescola.uol.com.br/quimica/quimica-cafeina.htm">Química da Cafeína</a>”.</p>
<p style="text-align: justify;">É interessante notar que, embora o chocolate contenha várias substâncias ativas, nenhuma delas vicia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>FONTE:</strong> Brasil Escola</p>
<p style="text-align: justify;">Por Jennifer Fogaça<br />
Graduada em Química</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/composicao-quimica-do-chocolate/">Composição química do chocolate</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/curiosidade/composicao-quimica-do-chocolate/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como o sabão limpa?</title>
		<link>https://crq16.org.br/curiosidade/como-o-sabao-limpa/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/curiosidade/como-o-sabao-limpa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2019 19:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3868</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se o sabão é feito de óleos e gorduras, como é capaz de limpar superfícies engorduradas? É uma pergunta curiosa, uma vez que a composição básica dos sabões é justamente as gorduras animais e os óleos vegetais, todos insolúveis em água, daí o porquê da água sozinha não limpar esses compostos. Uma grande descoberta revolucionou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/como-o-sabao-limpa/">Como o sabão limpa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Se o sabão é feito de óleos e gorduras, como é capaz de limpar superfícies engorduradas? É uma pergunta curiosa, uma vez que a composição básica dos sabões é justamente as gorduras animais e os óleos vegetais, todos insolúveis em água, daí o porquê da água sozinha não limpar esses compostos.</p>
<p>Uma grande descoberta revolucionou a limpeza, através dela é possível limpar sujidades acumuladas. Tudo muito simples: a mistura de óleos (ésteres) com soluções alcalinas (hidróxido de sódio ou potássio) deu origem a um produto que se dissolve em água e retira gorduras. Estamos falando do sabão, acompanhe a equação que tornou possível sua produção:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo + base → sabão + glicerol</strong></p>
<p>Voltando à pergunta anterior, se óleos são insolúveis em água, como é possível retirá-los usando água e sabão? Graças ao caráter polar e apolar do sabão. Abaixo uma demonstração de como funciona a interação entre sabão, água e óleo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3869" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2019/10/imagem-site.jpg" alt="" width="450" height="150" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2019/10/imagem-site.jpg 450w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2019/10/imagem-site-300x100.jpg 300w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Repare que a molécula de sabão possui uma parte polar e outra apolar. A cadeia apolar formada por hidrocarbonetos (− CH<sub>2</sub>) se sente atraída por óleos (apolar) e a extremidade polar (contendo íons) interage com a água. Dizemos então que a molécula COONa é polar e hidrofílica (reage com água) e a cadeia de hidrocarbonetos é hidrofóbica (tem aversão à água). Essa força de atração é baseada na regra: “semelhante dissolve semelhante”.</p>
<p>Assim é possível que se forme uma emulsão (mistura) caracterizada pela espuma. É a partir dessa interação entre os componentes do sabão que se torna possível limpar superfícies cheias de gordura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FONTE:</strong>Por Líria Alves<br />
Graduada em Química<br />
Equipe Brasil Escola</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/como-o-sabao-limpa/">Como o sabão limpa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/curiosidade/como-o-sabao-limpa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Açúcar invertido</title>
		<link>https://crq16.org.br/curiosidade/acucar-invertido/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/curiosidade/acucar-invertido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 22:16:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3800</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play!Ouça: Açúcar invertido. Composição e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/acucar-invertido/">Açúcar invertido</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Bem vindo ao Player Audima. Clique TAB para navegar entre os botões, ou aperte CONTROL PONTO para dar PLAY. CONTROL PONTO E VÍRGULA ou BARRA para avançar. CONTROL VÍRGULA para retroceder. ALT PONTO E VÍRGULA ou BARRA para acelerar a velocidade de leitura. ALT VÍRGULA para desacelerar a velocidade de leitura.Play!Ouça: Açúcar invertido. Composição e aplicação do açúcar invertido0:00100%AudimaAbrir menu de opções do player Audima.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>açúcar comum</strong> ou <strong>sacarose (C</strong><strong><sub>12</sub></strong><strong>H</strong><strong><sub>22</sub></strong><strong>O</strong><strong><sub>11</sub></strong><strong>)</strong> faz parte do grupo dos <strong>carboidratos</strong> ou <strong>hidratos de carbono</strong>, que são compostos que possuem moléculas pertencentes à função dos aldeídos ou das cetonas, com vários grupos hidroxila (OH) ligados a carbonos da cadeia, sendo que apresenta três ou mais átomos de carbono.</p>
<p style="text-align: justify;">Os carboidratos podem ser classificados em <strong>monossacarídeos, dissacarídeos e polissacarídeos</strong>. Os monossacarídeos são um tipo mais simples de carboidrato que não sofre hidrólise. Dois exemplos de monossacarídeos são a <strong>glicose</strong> e a <strong>frutose</strong>, que possuem a mesma fórmula molecular, <strong>C</strong><strong><sub>6</sub></strong><strong>H</strong><strong><sub>12</sub></strong><strong>O</strong><strong><sub>6</sub></strong>. A diferença nas estruturas de suas moléculas está no fato de que a glicose é um aldeído, enquanto a frutose é uma cetona.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando dois monossacarídeos reagem, eles formam um dissacarídeo, com a eliminação de uma molécula de água. Assim, quando a α-glicose reage com a frutose, forma-se o açúcar comum ou sacarose, como mostrado abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">Os dissacarídeos sofrem hidrólise liberando monossacarídeos, ou seja, essa reação de formação da sacarose pode ocorrer no sentido inverso, com a formação de uma <strong>mistura de glicose e frutose,</strong> que é chamada de <strong>açúcar invertido</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A hidrólise ou inversão da sacarose ocorre com o auxílio de uma enzima denominada <strong>invertase</strong>, mostrada abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando se analisa uma solução aquosa de sacarose em um polarímetro e uma solução de glicose e frutose (açúcar invertido) equimolar, nota-se que elas possuem atividade óptica inversa, sendo que a solução de sacarose desvia o plano de luz polarizada para a direita e é <strong>dextrogira,</strong> já a solução de glicose e frutose desvia o plano de luz polarizada para a esquerda e é <strong>levogira</strong>. Em virtude dessa atividade óptica inversa é que se adotou o nome “açúcar invertido”.</p>
<p style="text-align: justify;">As abelhas realizam uma reação de hidrólise da sacarose para produzir o mel, que é composto principalmente de açúcar invertido. Ele é bastante doce porque a frutose possui um sabor doce mais intenso que o da sacarose.</p>
<p style="text-align: justify;">As indústrias de produtos alimentícios usam muito o açúcar invertido em alguns de seus produtos. Por exemplo, os bombons recheados com calda líquida não são produzidos com açúcar comum, pois em solução aquosa, a sacarose cristaliza-se muito rápido. Assim, eles preparam uma pasta formada por essência, sacarose, água e a enzima invertase.  Ainda na fase sólida, essa pasta é então coberta pelo chocolate. Dentro de uma ou duas semanas, a invertase causa a hidrólise da sacarose, que se transforma no açúcar invertido, que é muito solúvel na água. Por isso, quando chega à mão do consumidor, há aquela calda líquida bem docinha dentro do bombom.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou como é possível colocar o recheio líquido no bombom sem furá-lo?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://alunosonline.uol.com.br/quimica/diferenca-entre-diet-light.html">Diferença entre diet e light</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://alunosonline.uol.com.br/quimica/diferenca-entre-diet-light.html">Entenda o que significam os termos diet e light que aparecem nas embalagens de determinados alimentos.</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong>  Por: Jennifer Rocha Vargas Fogaça alunosonline</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/curiosidade/acucar-invertido/">Açúcar invertido</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/curiosidade/acucar-invertido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMS: microplásticos na água potável não representam risco à saúde no momento</title>
		<link>https://crq16.org.br/noticias/oms-microplasticos-na-agua-potavel-nao-representam-risco-a-saude-no-momento/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/noticias/oms-microplasticos-na-agua-potavel-nao-representam-risco-a-saude-no-momento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 20:08:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Química]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Cuiabá]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3793</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os níveis atuais de microplásticos na água potável não representam, no momento, um perigo para a saúde, mas os pesquisadores se mostram prudentes a respeito do futuro, anunciou nesta quinta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). O relatório da OMS é uma síntese dos conhecimentos atuais sobre os microplásticos na água potável, tanto corrente como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/oms-microplasticos-na-agua-potavel-nao-representam-risco-a-saude-no-momento/">OMS: microplásticos na água potável não representam risco à saúde no momento</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os níveis atuais de microplásticos na água potável não representam, no momento, um perigo para a saúde, mas os pesquisadores se mostram prudentes a respeito do futuro, anunciou nesta quinta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório da OMS é uma síntese dos conhecimentos atuais sobre os microplásticos na água potável, tanto corrente como engarrafada, e sobre os efeitos na saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A mensagem chave pretende tranquilizar os consumidores de água potável do mundo inteiro. De acordo com esta avaliação, consideramos que o risco é baixo&#8221;, declarou o coordenador da Unidade de Água, Saneamento, Higiene e Saúde da OMS, Bruce Gordon, em uma entrevista coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise do perigo para a saúde dos microplásticos se concentra em três aspectos: risco de ingestão, risco químico e risco vinculado à presença de bactérias aglomeradas (biofilm).</p>
<p style="text-align: justify;">A OMS insiste que os dados sobre a presença de microplásticos na água potável são escassos e que existem poucos estudos confiáveis sobre o tema.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas dificilmente são comparáveis, o que prejudica a análise, afirma a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">A OMS defende que os cientistas iniciem uma avaliação mais profunda, com métodos padronizados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;De acordo com a análise mencionada acima, que resume os conhecimentos mais recentes sobre a presença de microplásticos na água potável, os que medem mais de 150 mícrons não são normalmente absorvidos pelo nosso organismo. E acredita-se que as partículas menores são pouco absorvidas&#8221;, afirma a OMS em um comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Embora existam poucos dados a respeito, a absorção e distribuição de partículas microplásticas muito pequenas, sobretudo das nanopartículas, poderia ser maior&#8221;, completa o texto.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos urgentemente de mais dados sobre os efeitos na saúde dos microplásticos, que estão presentes em todas as partes, inclusive na água que bebemos&#8221;, afirmou a espanhola María Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Meio Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A escassa informação disponível parece indicar que a água potável contaminada por estes materiais não é prejudicial para a saúde, pelo menos aos níveis atuais&#8221;, completou María Neira.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mas devemos seguir estudando o assunto e evitar que a contaminação por plásticos continue aumentando em todo o mundo&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas destacam a importância do tratamento de águas residuais (matérias fecais e químicas), que permite retirar mais de 90% dos microplásticos presentes nelas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Grande parte da população mundial, no entanto, não se beneficia atualmente de sistemas adequados de tratamento de águas e resíduos&#8221;, destacou a OMS.</p>
<p><strong>FONTE: uol noticias </strong></p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/oms-microplasticos-na-agua-potavel-nao-representam-risco-a-saude-no-momento/">OMS: microplásticos na água potável não representam risco à saúde no momento</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/noticias/oms-microplasticos-na-agua-potavel-nao-representam-risco-a-saude-no-momento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Química Verde cria superproduto com plástico usado nas embalagens de alimentos</title>
		<link>https://crq16.org.br/noticias/quimica-verde-cria-superproduto-com-plastico-usado-nas-embalagens-de-alimentos/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/noticias/quimica-verde-cria-superproduto-com-plastico-usado-nas-embalagens-de-alimentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 17:49:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional de Quimica XVI Região MT]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3780</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descoberta gera materiais de alto valor e ajuda a reduzir o lixo do planeta A Química Verde surgiu nas últimas décadas como alternativa sustentável e capaz de criar materiais e produtos adequados às novas necessidades humanas. São materiais menos poluentes e com menor ciclo de vida no meio ambiente. É assim que o plástico usado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/quimica-verde-cria-superproduto-com-plastico-usado-nas-embalagens-de-alimentos/">Química Verde cria superproduto com plástico usado nas embalagens de alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Descoberta gera materiais de alto valor e ajuda a reduzir o lixo do planeta</em></p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3784 alignleft" src="https://crq16.local/wp-content/uploads/2019/08/PA8831.jpg" alt="" width="400" height="311" srcset="https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2019/08/PA8831.jpg 400w, https://crq16.org.br/wp-content/uploads/2019/08/PA8831-300x233.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" />A Química Verde surgiu nas últimas décadas como alternativa sustentável e capaz de criar materiais e produtos adequados às novas necessidades humanas. São materiais menos poluentes e com menor ciclo de vida no meio ambiente. É assim que o plástico usado como embalagens para refeições prontas, frutas e vegetais em supermercados pode virar matéria prima de excelente qualidade para outras indústrias.</p>
<p style="text-align: justify;">A descoberta é do pesquisador Ali Hedayati, da Universidade de Swansea, no Reino Unido. Ele removeu o carbono do plástico dissolvendo-o em tolueno e ferroceno e injetou em um reator de injeção líquida desenvolvida pela equipe da pesquisa. O material foi então usado para construir moléculas de nanotubos “de baixo para cima”, ou seja, montando o nanotubo molécula por molécula por deposição de vapor químico.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os plásticos são feitos de carbono, hidrogênio e, às vezes, oxigênio, mas as quantidades e arranjos moleculares desses três elementos tornam cada plástico único. Como os plásticos são químicos muito puros e altamente refinados, eles podem ser decompostos nesses elementos, que são a seguir religados em diferentes arranjos para produzir materiais de alto valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que são os nanotubos de carbono?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São moléculas minúsculas com propriedades físicas e mecânicas que superam as de qualquer material até então conhecido. A estrutura de um nanotubo de carbono parece um pedaço de tela de galinheiro enrolado em um cilindro. Quando o carbono é organizado dessa forma, ele pode transmitir eletricidade de uma forma até 1000 vezes mais eficiente que os fios de cobre e 100 vezes mais resistentes que o aço, possuindo apenas 1/6 de sua densidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas propriedades fazem do nanotubo de carbono um produto útil na construção civil, na transmissão e conservação de energia, na aviação e, até mesmo, na medicina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FONTE: CFQ 14/08/2019</strong></p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/quimica-verde-cria-superproduto-com-plastico-usado-nas-embalagens-de-alimentos/">Química Verde cria superproduto com plástico usado nas embalagens de alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/noticias/quimica-verde-cria-superproduto-com-plastico-usado-nas-embalagens-de-alimentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Processo químico inovador transforma bituca do cigarro em celulose</title>
		<link>https://crq16.org.br/noticias/processo-quimico-inovador-transforma-bituca-do-cigarro-em-celulose/</link>
					<comments>https://crq16.org.br/noticias/processo-quimico-inovador-transforma-bituca-do-cigarro-em-celulose/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[crq16]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 14:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Química]]></category>
		<category><![CDATA[CRQ XVI]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades da quimica]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CRQXVI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.crq16.org.br/?p=3777</guid>

					<description><![CDATA[<p>Guimba, bituca, toco, bagana, filtro. Aquele restinho do cigarro é conhecido por diversos nomes e é bem fácil de encontrar em calçadas, meio-fios e pelo chão das cidades Brasil afora. Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que há 1,1 bilhão de fumantes adultos em todo o planeta, número que se manteve praticamente inalterado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/processo-quimico-inovador-transforma-bituca-do-cigarro-em-celulose/">Processo químico inovador transforma bituca do cigarro em celulose</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header container">
<p class="entry-title" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 16px;">Guimba, bituca, toco, bagana, filtro. Aquele restinho do cigarro é conhecido por diversos nomes e é bem fácil de encontrar em calçadas, meio-fios e pelo chão das cidades Brasil afora. Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que há 1,1 bilhão de fumantes adultos em todo o planeta, número que se manteve praticamente inalterado desde 2000. E cada fumante descarta 7,7 bitucas de cigarro, por dia em média, de acordo com informações da Autoridade para Condições de Trabalho (ACT).</span></p>
</header>
<div class="entry-content container">
<p style="text-align: justify;">O que poderia ser feito com essas guimbas? O questionamento foi feito por um aluno de graduação da UnB e, a partir dele, começaram as pesquisas. O resultado é um “case” de sucesso na área da reciclagem: transformar as pontas de cigarro em massa de celulose, que é a base para se fazer o papel.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor do Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Suarez, conta que a universidade fez a pesquisa e licenciou a patente para uma empresa sediada em Votorantim (SP). É ela quem recolhe as bitucas de diversas empresas conveniadas e faz a reciclagem. Ele pontua que o recolhimento do material é feito apenas em pontos específicos de descarte, as chamadas bituqueiras. O professor alerta para o risco ambiental do descarte irregular dos restos de cigarro. “Recolher as bitucas que ficam no chão não é viável. É necessário que os fumantes tenham esta consciência na hora de jogar fora esse resíduo”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Suarez afirma que, junto com a gordura, as guimbas são um dos grandes motivos de entupimento de tubulações nas cidades, principalmente de águas pluviais. “Trata-se de um grande poluidor ambiental. A carga de compostos que ficam retidos no filtro e que é despejado no meio ambiente tem um potencial de poluição muito alto. Também tem de haver um trabalho de conscientização para que os fumantes deem esta destinação correta”, finaliza.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>CURIOSIDADE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é o processo químico que recicla as bitucas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há vários componentes na bituca do cigarro: papel, filtro (composto de acetato de celulose), cinzas, restos de tabaco, entre outros. A partir daí é feito um processo de digestão alcalina e nesse processo o acetato de celulose é hidrolisado e ele volta a ser celulose. A celulose do papel que tem em volta do filtro é desagregada e o tabaco também sofre uma digestão alcalina, liberando a celulose contida. Resta uma massa sólida de celulose e um licor alcalino no qual os compostos da bituca – principalmente os mais tóxicos – serão dissolvidos, inclusive a cinza é dissolvida no licor alcalino. Resta, então, a massa de celulose, que se transforma em papel.</p>
</div>
<p><strong>FONTE: CFQ &#8211;  <span class="entry-date">Conteúdo publicado em 13/08/2019</span></strong></p>
<p>O post <a href="https://crq16.org.br/noticias/processo-quimico-inovador-transforma-bituca-do-cigarro-em-celulose/">Processo químico inovador transforma bituca do cigarro em celulose</a> apareceu primeiro em <a href="https://crq16.org.br">CRQXVI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://crq16.org.br/noticias/processo-quimico-inovador-transforma-bituca-do-cigarro-em-celulose/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
